domingo, julho 31, 2016

Linha com cerol perigo constantes também para aves


 
O velho e conhecido hábito de “empinar pipas” ou mesmo “soltar pipas” vai muito além da simples diversão. Segundo especialistas esta brincadeira tão antiga, que passa por gerações, não se restringe somente ao prazer lúdico. A pipa, com sua linha preparada com cerol (ou linha chilena) têm ocasionado diversos transtornos, alguns conhecidos (acidentes com motocicletas, ferimentos em pessoas, ruptura de rede elétrica) e outros nem tão divulgados como o ferimento a animais selvagens, principalmente as aves.
A linha da pipa, por ser muito fina, não é detectada durante o voo da ave. Estes animais sofrem constantemente colisões com estas linhas e como fruto desta colisão um corte profundo em sua asa. Estes cortes, em 90% das vezes, atingem um ligamento da asa responsável pelo seu voo. Este ligamento, uma vez rompido, condena a ave a nunca mais voltar a voar na vida e dependendo da espécie o impedimento de voar leva a mesma à morte.
- Gaviões, urubus, fragatas e atobás estão na lista das aves que mais sofrem com este hábito, porém pequenos pássaros também são vítimas destas linhas que acabam mutilando ou mesmo retirando a vida destes animais tão importantes para o equilíbrio ecológico – afirma o médico veterinário Felipe Facklam.
Em época de férias escolares a quantidade de pipas no céu aumenta consideravelmente mostrando o papel fundamental dos pais na conscientização de seus filhos.
Os animais selvagens vêm sofrendo constantemente agressões através do crescimento das cidades. Sua expansão e urbanização leva a perda de seus habitats forçando algumas espécies a se adaptarem ao convívio em meio a prédios e ao homem. Como fruto deste novo habitat, a “selva de pedra”, diversos acidentes passaram a contribuir para o declínio no número de indivíduos em vida livre. Linhas de pipas, atropelamentos e agrotóxicos estão entre os principais fatores que contribuem para o prejuízo da nossa fauna.
Diversas campanhas estão sendo realizadas com o intuito de reverter este quadro e cabe a cada um fazer a sua parte, contribuindo para a conservação de nossos animais selvagens.
Em São Paulo, a Lei Estadual nº 12.192, de 2006, proíbe o uso de cerol ou de qualquer produto semelhante que possa ser aplicado em linhas de pipas. No Rio de Janeiro, a proibição é mantida pela Lei nº 3.673, de 2001.

Aves que mais sofrem
durante seus vôos

 
Gaviões: também pertencentes a família Accipitridae, são semelhantes as águias mas não tem a mesma imponência, possuindo uma incrível variedade de formas e tamanhos. Gaviões que vivem em áreas abertas possuem asas longas e amplas, ideal para planar; enquanto que gaviões que vivem no interior de floresta apresentam asas curtas e largas, pescoço pequeno e cauda comprida, aerodinâmica ideal para voos ágeis e rápidos em meio à obstáculos. Assim como nas águias, as garras são utilizadas para capturar e matar suas presas por perfuração. Os gaviões brasileiros podem ser subdivididos em quatro grupos: gaviões-planadores, gaviões-milanos, 
açores e tartaranhões.

 
Urubu-de-cabeça-preta (nome científico: Coragyps atratus): é uma espécie de ave catartiforme da família Cathartidae, pertencente ao grupo dos abutres do Novo Mundo. Deste grupo, é uma das espécies mais frequentemente observadas, devido ao fato de realizar voos planados em correntes térmicas a grandes alturas e por possuir atividade durante todo o dia. O urubu-de-cabeça-preta, como as outras espécies de urubus, possui a cabeça depenada, sendo um pouco rugosa. Essa espécie possui uma boa visão e um olfato apurado, mas não tanto como seu parente mais próximo, o urubu-de-cabeça-vermelha (Cathartes aura), que localiza a carcaça três vezes mais rápido que essa espécie.
Fragatas: as fragatas são aves Pelecaniformes, pertencentes à família Fregatidae e ao seu único gênero Fragata. O seu nome comum está relacionado com o seu hábito de assaltar outras aves marinhas, tal como as fragatas de guerra. As fragatas são aves de grande porte, com asas compridas e estreitas que representam a menor superfície de asa por unidade de peso do mundo das aves. Têm cerca de 1 metro de comprimento, mais de dois de envergadura e uma cauda longa e bifurcada. A sua plumagem é geralmente preta ou preta e branco e os macho apresentam um com saco gular vermelho.
Atobás: o atobá é uma ave característica dos mares tropicais e subtropicais, inclusive das costas e 
mares brasileiros. A sua plumagem é cor de café com a barriga branca. A garganta e o loro são nus, encarnados. Os filhotes são inteiramente brancos. Alimenta-se de peixes, que captura mergulhando.
Fonte:Diário de Petrópolis 

sábado, julho 30, 2016

Um terço do estado ainda tem florestas, principalmente na Serra

O IBGE disponibilizou o Mapa de Cobertura e Uso da Terra do estado de Rio de Janeiro, elaborado através da interpretação de imagens de satélite com 30 metros de resolução, captadas em 2015. Também foram usados levantamentos de campo e informações estatísticas dos 92 municípios fluminenses. O mapeamento da cobertura do estado mostrou que quase a metade (47,2%) dos 43.782 km² tem predominância de pastagens. O mapa também apresenta que um terço (33,1%) de todo o território fluminense ainda é coberto por áreas florestais.

Toda a cobertura florestal do estado é de Mata Atlântica, que está distribuída principalmente nas áreas de serras. Segundo o IBGE isso “representa um aspecto de suma importância para a conservação da biodiversidade no país, principalmente em um estado que possui alta densidade demográfica (378 hab/km2) e elevada taxa de urbanização (97,3%)”.

O município de Petrópolis aparece no mapa quase inteiramente coberto por áreas florestais, com algumas áreas descobertas, e pouca área urbanizada.

Os levantamentos de campo apontaram que as atividades tradicionais, como a lavoura de cana-de-açúcar, no norte do estado, e a extração de sal, na Região dos Lagos, mostraram sinais de redução, devido à expansão da pecuária e das áreas urbanas, respectivamente. Por outro lado, novas atividades foram detectadas, como o cultivo de noz de macadâmia, no município de Piraí, e o plantio de grama comercial, em Saquarema, Silva Jardim, Cachoeiras de Macacu e Casimiro de Abreu.

O download gratuito do mapa em PDF pode ser feito no site do IBGE (http://www.ibge.gov.br/home), que mapeia sistematicamente a cobertura e o uso da terra em cada unidade da federação, sempre na escala de 1:250.000. Além dos mapas do Rio de Janeiro, estão disponíveis os do Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Sergipe.
Fonte: Diário de Petrópolis 

sexta-feira, julho 29, 2016

Passagem da Tocha Olímpica pela cidade hoje


A expectativa é grande para a passagem da fogo olímpico pela cidade. Depois de passar por Teresópolis, a tocha chega a Petrópolis por volta de 17h e começa o revezamento às 17h24. O ponto de partida é o Palácio de Cristal, seguindo em direção à Praça da Liberdade. O comboio de 20 carros passa ainda por outros pontos turísticos como o Palácio Rio Negro e o Museu Imperial, no Centro, antes de se encaminhar para o Quitandinha, onde será acessa a pira de celebração, no Hotel Quitandinha, entre 19h e 19h30. Ela passa pernoita por aqui antes de seguir para Três Rios, no sábado.

Todas as ruas onde passará o comboio serão fechadas minutos antes e a liberação ocorrerá logo após a passagem da tocha. A Rua Alfredo Pachá, no entanto, já estará interditada desde 16h. Outro detalhe é que o estacionamento será proibido durante toda a sexta-feira no trajeto do revezamento. Um total de 80 agentes da CPTrans e da Guarda Municipal vai trabalhar para organizar o trânsito, com operação começando já às 8h.

O transporte coletivo também sofrerá alterações, tanto no horário quanto no itinerário. Primeiro, os ônibus atendem a região da Mosela, da Viação Cascatinha e da Petro Ita vão operar em horário de sábado. Os da Turb cumprirão horário de dia útil na parte da manhã e, a partir do início do evento, começam a circular com horário de sábado. Já os que atendem a região do Bingen e todas as linhas da Cidade das Hortênsias, vão operar normalmente nesta sexta-feira. Além disso, os ônibus que seguem para São Sebastião, Siméria e toda a região do Quitandinha e Independência passarão pela Castelânea na ida e, pelo Alto da Serra, na volta para o Centro. Esse esquema valerá à partir de 16h e o Setranspetro afirmou que os atrasos podem chegar a até duas horas.

Outra medida para aliviar o trânsito da cidade foi a decisão de decretar ponto facultativo, o que vai diminuir o fluxo de funcionários públicos e alunos da rede municipal. No entanto, nem comércio nem bancos vão mudar a rotina habitual.

Para a segurança, foram destacados 133 homens da PM, que farão uma varredura nos locais onde a tocha vai passar para tentar impedir atos de vandalismo, como tentar apagar a tocha. Também serão monitoradas tentativas de ataques aéreos. Já a Força Nacional de Segurança é a responsável por proteger a tocha de invasores do espaço destinado aos condutores.

Durante todo o dia, haverá atrações culturais no Quitandinha e no trajeto do revezamento, com a apresentação da orquestra de crianças, dança folclórica alemã e Coral das Princesas, regido pelo maestro Rodrigo D’Ávila. Gabriel Silva encerra a programação cultural subindo ao palco após o acendimento da pira de celebração. Bandas marciais das escolas municipais e do Batalhão do Exército fazem a festa durante o percurso.

Fonte: Diário de Petrópolis

quinta-feira, julho 28, 2016

Colônia de férias do SESI Petrópolis é opção de lazer para a garotada


Estão abertas as inscrições para a Colônia de Férias do SESI Clube Petrópolis. Uma programação especial foi preparada para animar as crianças de 4 a 12 anos, entre os dias 08 e 19 de agosto das 13h às 18h. Neste ano, para estimular o espírito olímpico, a unidade vai realizar o ‘Circuito do Atleta’, com diversas atividades voltadas para os jogos olímpicos. Basquete e futebol infláveis, iglu cenográfico, onde será projetado vídeo com curiosidades e informações sobre os jogos olímpicos e desafio de perguntas e respostas sobre o que foi exibido, e quebra-cabeça de dois metros com 42 modalidades olímpicas.

 

Uma equipe especializada vai organizar atividades educativas, brincadeiras, oficinas, jogos, gincanas e muito esporte, com as modalidades que estarão nos jogos do Rio. As crianças terão acesso a toda a infraestrutura do SESI Clube Petrópolis – com piscina aquecida, quadra poliesportiva, quadra de areia, quadra de tênis, sala de lutas, entre outros. Cada participante ganha uma camisa, um boné e uma sacola.

 

Segundo o coordenador de Lazer do SESI em Petrópolis, Miguel Guimarães Oliveira, a programação vai levar aos colonos muitas curiosidades sobre as modalidades esportivas e valores olímpicos. “A colônia estimula o relacionamento e inclusão social das crianças, promove um momento de lazer e descontração e ainda contribui para a melhoria de qualidade de vida. Além disso, serve para despertar o interesse pela iniciação desportiva e enriquecer o conhecimento dessas crianças em relação aos jogos olímpicos” afirma o professor.

A programação da colônia de férias será dividida em atividades voltadas para crianças de quatro a seis anos e de sete a 12 anos. Para os menores, a programação inclui tarefas e atividades educativas e recreativas, como oficinas de artes plásticas e culinária; brinquedos recicláveis; ginástica estoriada; circuito de coordenação motora e sessões de cinema.

 

Já os maiores terão uma programação com atividades com foco na iniciação esportiva, como tênis de campo e de mesa, jiu-jitsu e judô, natação, futsal, vôlei, basquete e handebol. Eles também participarão de oficinas de culinária, teatro, brinquedos recicláveis, artes plásticas, jogos populares, além de palestras educativas, cinema e passeios.

Todos os participantes ainda terão disponíveis os brinquedos infláveis com distribuição de pipoca, algodão doce e picolé.

 

Há descontos para filhos de funcionários de indústrias associadas aos sindicatos ligados ao Sistema FIRJAN e de empresas associadas ao Centro Industrial do Rio de Janeiro (CIRJ). Alunos da Escola SESI Petrópolis também tem valor reduzido na hora da matrícula.

 

As inscrições podem ser feitas diretamente na secretaria do SESI Clube, que fica na Av. Barão do Rio Branco, 2.564, Centro.  Mais informações sobre a programação e preços podem ser obtidas nos telefones (24) 2244-3210, (24) 2244-3211 e (24) 2244-3212.

Fonte: Diário de Petrópolis

quarta-feira, julho 27, 2016

Festival AgroSerra – da Roça ao Prato deve atrair mais de três mil pessoas a Praça de Secretário neste fim de semana


Neste final de semana, a tranquila Praça de Secretário, em Petrópolis, se tornará um dos principais polos gastronômicos e culturais da Serra Fluminense. Isto graças à segunda edição do Festival AgroSerra – da Roça ao Prato, que reunirá, nos dias 29, 30 e 31 de julho, 43 produtores e empreendedores locais e espera atrair mais de três mil visitantes ao distrito de Pedro do Rio.

Entre os produtos expostos, destacam-se receitas premiadas nas últimas edições do Maravilhas Gastronômicas do Rio, diversos tipos de cerveja artesanal, queijos de búfala e de cabra, legumes e hortaliças orgânicos, doces, compotas e artesanato em geral.

A grande atração deste AgroSerra será o workshop ministrado por Izabel Alvares, vencedora da última edição do reality show culinário de maior sucesso do país. A Masterchef irá preparar um espaguete de abobrinha com pesto de manjericão e abóbora tostada, utilizando ingredientes típicos da região, presentes no Festival.

O evento contará, ainda, com o pré-lançamento do livro “Alimentação Inteligente”, da autora Malu Paes Leme. Serão realizadas, também, oficinas de panificação, degustação e harmonização de cervejas artesanais e bordado, além de um seminário sobre alimentação infantil, onde as próprias crianças poderão pôr a mão na massa para preparar uma receita saudável e nutritiva.

Outro atrativo será a apresentação de hip-hop dos alunos das escolas municipais Major Theófilo de Carvalho, em Secretário, e Vereador Antônio Ignácio Coelho, em Sebollas. O Festival AgroSerra promoveu, nas semanas que antecederam o evento, aulas sobre rap e dança de rua em ambos os colégios, sempre tratando da valorização da cultura local como temática principal das atividades.

O Festival AgroSerra – da Roça ao Prato é uma realização da Print Comunicação e conta com o patrocínio do Sebrae.


CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

SEXTA – 29 DE JULHO
19h às 23h: Festival de Produtos Locais. Tenda dos Expositores.
20h às 20h30: Cerimônia de Abertura
20h30: Pré-Lançamento do Livro “Alimentação Inteligente”, de Malu Paes Leme.

SÁBADO – 30 DE JULHO
11h às 23h: Festival de Produtos Locais. Tenda dos Expositores.
12h às 14h: AgroChef - Competição Culinária com Chefs e Cozinheiros Amadores Locais.
14h30 às 16h30: Workshop com Izabel Alvares, vencedora da 2° edição do Masterchef Brasil
17h às 18h: Oficina de Panificação com Ricardo Gonzalez
18h30 às 20h: Oficina e Degustação de Cervejas Artesanais com Sawabona, Secreta e Vila de Secretário.

DOMINGO – 31 DE JULHO
10h às 15h: Festival de Produtos Locais. Tenda dos Expositores.
10h às 12h: Oficina de Alimentação Infantil e Oficina de Bordado.
12h às 13h: Apresentação Teatral do Projeto Amigos da Mata
13h às 14h30: Apresentação de Hip-Hop dos alunos das Escolas de Secretário e Sebollas

Fonte:Diário de Petrópolis

terça-feira, julho 26, 2016

Anfitriãs da Tocha Olímpica em Petrópolis recebem uniformes


A secretária de Educação e Esportes, Maria Elisa Badia, recebeu do Ministério dos Esportes e do Ministério da Educação os uniformes das três estudantes que serão os anfitriões da Chama Olímpica em Petrópolis. As roupas já estão no tamanho certo das três adolescentes, que foram escolhidas na Escola Paroquial Bom Jesus, no Dr. Thouzet. Estavam presentes a diretora da escola, Sirlene Marques Pereira, e o consultor do Ministério dos Transportes, Fabrício Arruda, que entregou as vestimentas.

- O acendimento da primeira tocha no município com certeza tem muita representatividade, ainda mais que é uma cidade-celebração, ou seja, a principal cidade do dia, e isso dá muito destaque –, disse Fabrício.

As três alunas são Isabele Aparecida Hammes, Letícia Rafaela da Silva (ambas de 13 anos) e Isabela de Moraes Evangelista (14 anos). As estudantes foram selecionadas por um concurso de redação, com o tema “Rio 2016, Paz e Espírito Olímpico”, e a escola foi escolhida com base no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Foi o colégio que teve o maior crescimento desse índice entre 2007 e 2013: foi de 4,4 para 6,1 nos anos iniciais do ensino fundamental, e de 3,9 a 5,1 nos anos finais. As três vão ser responsáveis por acender a Tocha Olímpica do primeiro condutor, e depois vão percorrer os primeiros 200 metros ao seu lado. A Chama Olímpica chegará à cidade em uma lanterna.

As estudantes deverão estar no local uma hora antes do evento, para receberem as orientações de como manusear a tocha e seguir o protocolo. Fabrício comunicou algumas sugestões do Governo Federal sobre as estudantes. Sugeriu que elas sejam incluídas na celebração final da passagem da Tocha, e que a prefeitura providencie a logística para que elas estejam no local. A secretária concordou. Também foi sugerido que elas usem tênis brancos, para combinar com a cor do uniforme. Elas poderão ajustar o tamanho do calção e da camiseta, se desejarem, mas sem descaracterizar a vestimenta.

Um evento desse ser aberto tomando-se como critério a educação é muito importante e significativo – disse a diretora, Sirlene Marques – Fico muito honrada de poder participar desse momento histórico, e quero destacar que esse é o trabalho de uma equipe, que vem junta crescendo, estudando em parceria com a Secretaria de Educação.

A secretária destacou que essa iniciativa é diferente da maioria, porque privilegia alunos que se destacam:

- Normalmente, as ações são para ajudar as escolas com Ideb mais baixo – disse Elisa Badia - Essa escola tem grande participação na Petrópolis Olímpica, em projetos para sensibilizar, tanto os alunos quanto a sociedade civil de maneira geral acerca da temática da Olimpíada.

 

Guarda Municipal fará ação com cães para Tocha

A Guarda Civil Municipal faz ação com cães farejadores esta semana na rodoviária do Bingen. Desde segunda até sexta-feira, uma equipe formada por três cães, nove guardas e com apoio da Polícia Militar vão revistar os ônibus que chegam à cidade.

A rodoviária do Bingen recebe cerca de 200 ônibus interurbanos por dia, que serão revistados, no interior e no bagageiro. Os cães conseguem farejar drogas e explosivos, segundo a assessoria de imprensa da prefeitura.

A equipe vem fazendo treinamento com cães farejadores (unidade K-9) há um mês. Eles também reforçarão a segurança na cidade durante a passagem da tocha na sexta (29), atuando nos pontos turísticos.

A prefeitura ainda não definiu o efetivo total da Guarda Civil Municipal que vai atuar na segurança da Tocha Olímpica. A PM terá 90 agentes na cidade.

Fonte: Diário de Petrópolis

segunda-feira, julho 25, 2016

Festival Sesc de Inverno anima o comércio


Um dos eventos mais aguardados por petropolitanos e turistas, o Festival Sesc de Inverno 2016 será realizado entre os dias 12 e 21 de agosto. O Sindicato do Comércio Varejista de Petrópolis (Sicomércio), apoiador do festival, espera que as atrações também movimentem os estabelecimentos da cidade que, nesta edição, estarão participando com diversas ações para impulsionar as vendas e atrair o público.

 

O presidente do sindicato, Marcelo Fiorini, explica que a expectativa é que o evento aumente ainda mais o fluxo de consumidores nos polos de moda e centros comerciais do município. “Esse ano, pela primeira vez, o festival acontece em agosto. Esse foi um pedido do Sicomércio, com intenção de fomentar o movimento. Em julho, a cidade normalmente fica cheia. Queremos aumentar o número de turistas em Petrópolis também em agosto, além de atrair o público que estará no Rio de Janeiro para as Olimpíadas, transformando o município em destino itinerante”, declarou.

 

O objetivo das ações promocionais é incentivar o movimento no comercio durante o evento, incluindo lojas, bares e restaurantes. Os estabelecimentos cadastrados na promoção vão receber brindes do festival, para serem dados aos clientes que consumirem pelo menos R$ 250 em compras. Além disso, nos restaurantes parceiros, quem consumir mais de R$ 250 ganhará um prato de porcelana temático para guardar de lembrança.

 

O Festival de Inverno é realizado pelo Sesc RJ, que faz parte do sistema Fecomércio RJ. Considerado o maior evento de cultura do Brasil, o festival completa 15 anos nesta edição. As atividades acontecem em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo. Na Cidade Imperial, a programação será aberta pelo cantor Ney Matogrosso, protagonizando um grande show no dia 12 de agosto, no Sesc Quitandinha, que recebe a maioria das atrações.

 

A programação contempla as principais linguagens artísticas, como teatro, dança, artes visuais, música, cinema e literatura. Além de grandes nomes do cenário musical, premiados espetáculos teatrais, companhias de dança estrangeiras e uma grande instalação artística também vão abrilhantar a festa.

 

“Pretendemos aumentar a alta temporada de Petrópolis, impulsionada pelos grandes eventos que acontecem nesta época do ano por aqui. É muito importante que os comerciantes aproveitem esses períodos para atrair os consumidores, participando efetivamente deste momento”, destacou Fiorini, acrescentando que ao longo das próximas semanas, serão confirmados os nomes e as atrações que irão preencher o time de grandes artistas que se apresentarão no festival.

 

A empresária Margareth Martins, da loja Kilôko, acredita que o comércio deve participar dos eventos da cidade, para atrair mais gente e atender cada vez melhor. “A nossa expectativa é grande para esta época. Esperamos que o Festival de Inverno tenha o mesmo efeito que teve nos últimos anos, trazendo gente para o município e causando esse burburinho. As lojas precisam fazer parte disso e receber bem o turista, para que ele saiba que Petrópolis é uma cidade receptiva”, comentou. 

Fonte: Diário de Petrópolis

domingo, julho 24, 2016

Obra do Padre Quinha passa por mudança para ampliar atendimento


 
Com objetivo de ampliar e qualificar o atendimento aos acolhidos, a Associação Oficina de Jesus está passando por algumas mudanças, como a unificação das casas de acolhimento, além da reorganização da obra. O trabalho mantém os princípios de seu fundador, Padre José Carlos Medeiros Nunes (Padre Quinha), que tinha como objetivo acolher as pessoas esquecidas pela sociedade, oferecendo a elas o amor e a possibilidade de serem resgatadas, abandonando a dependência química, e serem inseridas novamente na sociedade e em suas famílias.
A principal mudança neste momento é a unificação dos sítios Nossa Senhora do Sorriso e Nossa Senhora das Graças, com estrutura para atender os acolhidos, conforme determina a Política Nacional de Casas Terapêuticas. A decisão de unificar as duas casas foi tomada depois de muita discussão e reflexão, inclusive com a participação do Bispo Diocesano, Dom Gregório Paixão, OSB, que, desde a sua chegada à Diocese tomou por decisão consolidar e ampliar o trabalho das obras iniciadas pelo Padre Quinha.
Com a unificação das duas casas, optou-se por fechar o Sítio Nossa Senhora do Sorriso, transferindo para o Sítio Nossa Senhora das Graças, no Brejal, todos os acolhidos. A decisão de fechar o Sítio Sorriso levou em conta à distância e a falta de acesso por linha de ônibus; a falta de rede de serviços nas imediações, como posto de saúde; o isolamento dos coordenadores e até mesmo o risco de vida dos acolhidos pela impossibilidade de socorro imediato.
Jaqueline Cleffs, diretora da Oficina de Jesus, disse que a decisão foi muito difícil, porém necessária devido às dificuldades para manter o Sítio Sorriso, frisando que as dificuldades de acesso para chegar ao local e para prestar socorro aos acolhidos foram determinantes, assim como as dificuldades econômicas para manter duas casas.
“Outras questões também foram levadas em conta como a financeira, o fato do imóvel não ser da oficina e outras situações que prejudicavam o trabalho dos técnicos. Mas, o mais importante é que as pessoas saibam que não estamos reduzindo o número de acolhidos e nem terminando com a obra. Muito pelo contrário, com a unificação vamos ampliar o número de atendidos e teremos mais condições de atende-los”, comentou Jaqueline.
Obras Sociais Padre Quinha
A reestruturação das obras criadas e sustentadas pelo Padre Quinha, levou também a repensar o nome e para isto, a Associação Oficina de Jesus vai passar a ser denominada como Obras Sociais Padre Quinha: Oficina de Jesus. Para Dom Gregório Paixão, a reestruturação do trabalho, atendendo também as normais técnicas, é fundamental para que continue a prestar o atendimento iniciado pelo seu fundador. "Para isto, é preciso manter presente o espírito e carisma do Padre Quinha. O trabalho está crescendo e a reorganização da obra é para dar continuidade envolvendo toda sociedade dentro do espírito do Padre Quinha, que era acolher a todos como Jesus acolhe”.
Jaqueline Cleffs disse que o sitio do Brejal, ao contrário do Sítio Sorriso, tem um acesso mais fácil, com uma rede de apoio, como posto de saúde, próximo e facilidade para atender aos acolhidos. "Outra vantagem do sítio no Brejal é que torna mais fácil o acesso das famílias, dos profissionais que acompanham os acolhidos e dos agentes que trabalham com eles", comentou.
A diretora da Oficina de Jesus contou que o terreno do Brejal pertence a Congregação das Irmãs Missionárias de Cristo Operário, e que está em processo de doação à Associação, conforme acordado na reunião entre a diretoria da Associação e as proprietárias do imóvel. "Com isto consolidamos um passo importante, pois teremos uma sede própria, com possibilidade de crescimento para atender os acolhidos", frisou Jaqueline Cleffs, reforçando que a unificação das duas casas não reduz o número de atendidos.
No planejamento feito para os próximos dez anos, está previsto a criação de uma casa para atender mulheres com dependência química, conforme sempre foi o desejo do Padre Quinha. Para que isto ocorra, a Oficina de Jesus está elaborando projeto com este objetivo.

Ainda no planejamento está as mudanças que devem ocorrer com o projeto de reciclagem, que hoje funciona no Alto Independência. A principal mudança será a troca de local, transferindo para um local onde é possível dar mais condições de trabalho e permanência das pessoas que trabalham na reciclagem.
Além disto, a Diocese de Petrópolis também trabalha na reestruturação da Chácara Nossa Senhora Aparecida, que fica no Meio da Serra e que está sob a administração do Vicariato da Caridade, com apoio da Pastoral de Rua. A assistente social da Diocese, Andrea Teixeira disse que foi elaborado um plano de trabalho para a Chácara e que as primeiras medidas é a reforma do prédio, com ampliação e melhoria das instalações para atender os acolhidos.
Ela frisou que a Chácara atende população de rua e tem que seguir as orientações técnicas da Polícia Nacional de Atendimento a Moradores de Rua. "Estamos tomando todas estas medidas, pois a Chácara é uma das obras iniciadas pelo Padre Quinha com a Pastoral de Rua para atender os irmãos que ficam na rua", comentou Dom Gregório Paixão.
O bispo diocesano frisou que o compromisso da Diocese é manter as obras do Padre Quinha funcionando, cumprindo o papel para o qual foram criadas, melhorando as instalações, os serviços e com isso atendendo melhor os acolhidos. "Estas mudanças estruturais tem por objetivo fazer aquilo que o Padre Quinha ensinou que, se for fazer algo para um irmão, seja ele quem for, faça como se estivesse fazendo para o próprio Cristo e como gostaria que as pessoas fizessem para você. Como Cristo nos ensinou, devemos amar o próximo como a nós mesmos e isto Padre Quinha viveu até o último momento de sua vida".
Fonte: Diário de Petrópolis 

sábado, julho 23, 2016

Estudo da Fiocruz aponta pernilongo como potencial transmissor do vírus Zika

Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) constatou a presença do vírus Zika em mosquitos Culex quinquefasciatus (nome científico da muriçoca ou pernilongo doméstico) coletados na cidade do Recife. Com isso, o inseto pode ser um potencial transmisssor do vírus. Até o momento, nenhuma pesquisa científica comprova essa possilidade.
A pesquisa foi feita pela Fiocruz Pernambuco na região metropolitana do Recife, onde a população do Culex quinquefasciatus é cerca de 20 vezes maior do que a do Aedes aegypti,principal transmissor do vírus. Os resultados preliminares da pesquisa de campo identificaram a presença de Culex quinquefasciatus infectados naturalmente pelo vírus Zika em três dos 80 grupos de mosquitos analisados até o momento. Em duas dessas amostras, os mosquitos não estavam alimentados, demonstrando que o vírus estava disseminado no organismo do inseto e não em uma alimentação recente num hospedeiro infectado.
A coleta dos mosquitos foi feita com base nos endereços dos casos relatados de Zika nas cidades do Recife e Arcoverde, obtidos com a Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco (SES-PE).
O número total de mosquitos examinados na pesquisa foi de aproximadamente 500. O objetivo do projeto é comparar o papel de algumas espécies de mosquitos do Brasil na transmissão de arboviroses. Foi dada prioridade ao vírus Zika devido à epidemia da doença no Brasil e sua ligação com casos de microcefalia.
“A pesquisa simula a condição de viremia de um paciente real. Em seguida, os mosquitos foram coletados em diferentes momentos: no tempo zero, logo após a infecção, três dias, sete dias, 11 e 15 dias após a infecção pelo vírus”, esclareceu a pesquisadora e coordenadora do estudo, Constância Ayres.
Um grupo controle, com mosquitos alimentados com sangue sem o vírus, também foi mantido. Cada mosquito foi dissecado para a extração do intestino e da glândula salivar, tecidos que representam barreiras ao desenvolvimento do vírus. O procedimento se dá de maneira que, se a espécie não é vetor, em determinado momento o desenvolvimento do vírus é bloqueado pelo mosquito. No entanto, se a espécie é vetor, a replicação do vírus acontece, se dissemina no corpo do inseto e acaba infectando a glândula salivar, a partir da qual poderá ser transmitido para outros hospedeiros durante a alimentação sanguínea, pela liberação de saliva contendo vírus.
Segundo Constância, a partir do terceiro dia após a alimentação artificial, já foi possível detectar a presença do vírus nas glândulas salivares das duas espécies de mosquito investigadas: “Após sete dias, foi observado o pico de infecção nas glândulas salivares o que foi confirmado através de microscopia eletrônica”.
A partir dos dados obtidos serão necessários estudos adicionais para avaliar o potencial da participação do Culex na disseminação do vírus Zika e seu real papel na epidemia. O estudo atual tem grande relevância, uma vez que as medidas de controle de vetores são diferentes. Até os resultados de novas evidências, a política de controle da epidemia de Zika continuará pautada pelas mesmas diretrizes, tendo seu foco central no controle do Aedes aegypti.
Fonte: Diário de Petrópolis 

sexta-feira, julho 22, 2016

Efetivo da PRF na BR-040 já foi reforçado para os Jogos Olímpicos


A Polícia Rodoviária Federal já está com efetivo reforçado por equipes de fora do Rio de Janeiro para se preparar para os Jogos Olímpicos. “Durante todo esse período, vão ocorrer diversas ações estáticas, em diferentes locais, além do patrulhamento ostensivo em todo o trecho [da BR-040]”, disse a PRF ao Diário.

Ontem, uma das primeiras ações foi uma blitz rigorosa na BR-040, próximo ao antigo pedágio da subida da Serra. Segundo motoristas, os agentes ficaram de olho em tudo, desde a documentação, até as luzes da placa. A PRF disse que esta não foi a primeira operação, e não será a última.

Fonte: Diário de Petrópolis

quinta-feira, julho 21, 2016

Visão noturna é prejudicada pelo excesso de álcool


Dados do Ministério da Saúde revelam que uma em cada quatro pessoas costuma dirigir depois de beber. Além de o álcool agir sobre o sistema nervoso central, podendo causar dependência e mudança de comportamento, em excesso ele também deteriora a visão. Ou seja, muitos acidentes de trânsito acontecem não só porque o motorista bebeu demais, a ponto de perder a razão e dirigir acima da velocidade permitida, mas também porque muitas vezes nem está enxergando direito – principalmente à noite.
Estudo realizado na Universidade de Granada (Espanha) comprovou cientificamente que o consumo de álcool afeta a visão noturna, favorecendo a formação de halos (círculos luminosos) e outras perturbações visuais. Pesquisadores chegaram à conclusão de que o álcool modifica o filme lacrimal que reveste a superfície dos olhos, podendo danificar a qualidade óptica da imagem que percebemos. A rigor, o etanol das bebidas alcoólicas atinge a camada mais externa do filme lacrimal (lipídica) e facilita a evaporação da parte aquosa da lágrima. Quando isso acontece, a imagem formada na retina é distorcida – comprometendo atividades noturnas, principalmente o ato de dirigir, e podendo causar acidentes.

De acordo com o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos (SP), além do excesso de álcool, doenças oculares como catarata influenciam o modo como o motorista enxerga, dificultando inclusive a distinção de detalhes da roupa do pedestre – principalmente se for escura. Sendo assim, os reflexos necessários para evitar acidentes ficam altamente comprometidos. Até mesmo baixa acuidade visual pode reduzir a habilidade de enxergar um pedestre à noite e evitar um atropelamento. Já quando ciclistas ou pedestres estão usando roupas com detalhes refletivos, a visão é superior a 80%.
“No Brasil, os acidentes são uma das principais causas de morte. Portanto, estar em dia com a saúde ocular costuma evitar boa parte dos acidentes. Até 40 anos, o motorista deve passar por um exame completo de visão de três em três anos. Entre 40 e 65 anos, esse espaço deve ser reduzido para dois anos. Já depois dos 65 anos, os exames devem ser anuais. Caso o paciente tenha alguma doença ocular, esse intervalo pode ser até menor. Infelizmente, há muitos jovens com alto grau de miopia dirigindo sem óculos ou lentes corretivas – o que representa um risco enorme no trânsito”, diz o médico.

Neves alerta para o fato de que várias doenças oculares, como o glaucoma – em que há perda do campo visual – não dão sinais evidentes da sua presença. São doenças oculares silenciosas. Quanto mais cedo forem diagnosticadas, maiores são as chances de o tratamento ser bem-sucedido.  “Pessoas que sofrem de degeneração macular (perda gradual da visão central), diabetes ou têm alguma cicatriz no fundo de olho, também podem ter um campo visual limitado e visão dupla, devendo ser avaliadas e orientadas por um especialista. Correm o risco de provocar acidentes, ferindo a si próprias e aos demais motoristas e pedestres”.

Fonte:Diário de Petrópolis